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A figura acima mostra um cluster IPLB
simples que consiste em duas camadas.
Na primeira camada temos dois roteadores
IPLB. O sistema ativo direciona o
tráfego da Internet para um número
variável de servidores reais na segunda
camada, que por sua vez realizam as
operações esperadas pelo usuário.
A topologia simples demonstrada acima é
melhor se utilizada para conteúdos que
não sofrem atualizações (conteúdos
estáticos), por que os servidores não
atualizam os dados entre si
automaticamente.
Uma terceira camada é necessária para
realizar um balanceamento de conteúdos
dinâmicos, já que o LVS não suporta
persistência de sessão. |
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Os recursos
de Load Balancing do Red Hat (também
conhecido pelo nome de projeto Piranha),
proporciona a possibilidade de se
balancear um grupo de até 6 servidores
que compartilhar um mesmo endereço IP
virtual.
A tecnologia
utilizada pela Red Hat é baseada na
tecnologia open source Linux Virtual
Server (LVS), com uma "casca" Red Hat e
suporte para a solução.
Um
cluster representado por um IP
Balanceado (IP Load Balancing - IPLB)
aparenta apenas um servidor, mas na
realidade, um usuário Web está acessando
um grupo de servidores atrás de um par
redundante de roteadores IPLB.
Um
roteador IPLB consiste de, ao menos,
duas camadas. A primeira camada é
composta por um par semelhante de
servidores Red Hat Enterprise Linux AS
ou ES com o Cluster Suite devidamente
instalado. Um destes equipamentos age
como o roteador IPLB ativo (o outro está
em "stand by"), direcionando as
requisições da Internet para a segunda
camada -- um pool de servidores chamados
de servidores reais. Os servidores reais
realizam as operações esperadas pelos
usuários, enquanto o roteador LVS
balanceia a carga destes servidores.
O
roteador IPLB realiza dois papéis dentro
do cluster:
The
active router serves two roles in the
cluster:
-
Balancear a carga entre os
servidores
-
Checar a integridade dos serviços de
cada um dos servidores reais.
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