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Objetivo | A
Quem se Destina
| Retorno
Sobre o Investimento

Grande
parte do conteúdo entregue hoje para
clientes é dinâmico. As informações
apresentadas para os clientes são um
conjunto de informações estáticas
(textos, imagens, arquivos flash, etc.)
e dinâmicas conteúdos que residem em bancos de
dados e que são dinamicamente expostas
na página do cliente.Para os
conteúdos dinâmicos, aplicações são
utilizadas para apresentar o conteúdo e
permitir que os clientes interajam com
as aplicações Web, como é o caso das
aplicações de e-Commerce.Os
conteúdos dinâmicos, devido à sua
complexidade, necessitam de soluções
mais sofisticadas e um investimento
maior que as aplicações estáticas.
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Balanceamento de
Aplicações |

Informações
Relacionadas
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Objetivo Fazer com que a experiência do usuário final de uma
aplicação Web não seja interrompida em caso de falha de
um componente da infra-estrutura.
Desafios O grande desafio é analisar o tipo da aplicação que será
balanceada, se a aplicação foi criada em várias camadas
(Apresentação, BO e DB) ou se usa o modelo de "legado"
ASP, JSP ou CGI.
A partir desta análise, verificar o desenho da
topologia da rede necessária para o direcionamento
inteligente do tráfego.
Muitas aplicações necessitam de controle de
persistência, já que os os objetos de negócios são
criados no servidor onde o processo foi iniciado.
Aplicações mais modernas, com desenho em 3 camadas,
gerenciam os objetos dinamicamente de forma clusterizada
entre servidores de aplicação.
Clientes Oracle, Siebel, PeopleSoft e SAP já possuem
modelos para a implementação de balanceamento de carga
de suas aplicações. Estes modelos, dependendo da
dimensão da solução, pode utilizar recursos de
clusterização das próprias aplicações, ou necessitar de
equipamentos externos para a realização destas funções.
Os fabricantes tendem a tentar reduzir o valor do
investimento em soluções de terceiros sugerindo as suas
próprias soluções. Todas elas possuem limitações para o
gerenciamento de tráfego, já que são internas aos
servidores e não tem a capacidade de analisar o tráfego
a partir de um equipamento externo.
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A Quem se Destina |
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Aplicações sem Servidores de Aplicação
Empresas com aplicações de consumer na Web, como bancos,
companhias aéreas, empresas de e-commerce e todas as
empresas que dependem de sua infra-estrutura para
realizar seus negócios via Web.
Empresas com ERP, CRM, Office, Email Interface
Web
Empresas que utilizam em sua intranet
aplicações ERP como Oracle, SAP, PeopleSoft, aplicações
CRM como Siebel pode utilizar estes equipamentos dentro
de sua rede, quebrando o paradigma que estes
equipamentos são apenas para balanceamento de acessos
via Internet.
Servidores de Aplicação
Muitas pessoas leigas perguntam para que o
investimento em alguns servidores que aparentemente não
fazem nada. Os servidores de aplicação, no ponto de
vista do usuário leigo causa esta impressão. Ele fica
entre o servidor Web, responsável pela interface com o
usuário e o servidor de banco de dados que é responsável
pelo gerenciamento dos dados.
Tanto os servidores Web como os servidores de Bancos
de Dados são de conhecimento geral e fazer parte da
cultura de TI das empresas, já que todas elas tem uma
aplicação cliente-servidor ou uma página Web publicada
na Internet.
No modelo de 3 camadas, já muito consolidado
inclusive por aplicações Cobol rodando desde a década de
80, existe um servidor intermediário responsável por
gerenciar dinamicamente as sessões. Este servidor
gerencia as atividades realizadas pelo usuário durante a
sessão e ainda não concluída, como um carrinho de
compras por exemplo.
Exemplos destes servidores são o IBM WebSphere,
Apache Tomcat, BEA WebLogic, entre outros.
Os balanceadores de aplicação são ainda mais eficazes
em clientes que possuem esta arquitetura, já que os
servidores Web e de aplicação podem ser balanceados em
sua totalidade, enquanto conectados a um sistema
proprietário de clusters de bancos de dados.
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Retorno Sobre o Investimento (ROI) |
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O investimento necessário para a aquisição das soluções
High End é alto e precisa ser avaliado conforme a
criticidade de cada aplicação a ser balanceada.Como
comentamos anteriormente, o balanceamento pressupõe
alta-disponibilidade e redundância. Equipamentos high
end garantem a continuidade da operação dos negócios da
empresa mesmo em caso de desastres. A conta é simples.
Qual o prejuízo por tempo de operação interrompida por
falta de redundância.
Em casos
onde o resultado da redundância não pode ser medido,
recomendamos o uso de Open Source. Seu investimento
inicial é baixo, porém não há garantia de continuidade
de operação, já que a solução é suportada por diversos
programadores que trabalham por prazer e não garantem o
fucnionamento do código gerado por eles.
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